Uma abordagem em acessibilidade

Bom galera, nesso post vou falar um pouco sobre a importância da acessibilidade em projetos web Definindo acessibilidade Primeiramente temos que saber o que é acessibilidade, portanto a definição de acessibilidade, segundo Dias (2003, p. 109), trata-se de “estender o processo de design de produtos de massa também às pessoas com alguma limitação de uso […]

Bom galera, nesso post vou falar um pouco sobre a importância da acessibilidade em projetos web

Definindo acessibilidade

Primeiramente temos que saber o que é acessibilidade, portanto a definição de acessibilidade, segundo Dias (2003, p. 109), trata-se de “estender o processo de design de produtos de massa também às pessoas com alguma limitação de uso ou incapacidade”, ou seja, tornar um produto acessível também as pessoas que contenham dificuldades motoras, ou mesmo, deficiências visuais e ou cognitivas.

Conforme Nielsen (2000, p. 302) “Os problemas de acessibilidade mais sérios, dado o atual estado da web, relacionam-se a usuários cegos e a usuários com outras deficiências visuais,posto que a maioria das páginas da web é atualmente visual”. Nos dias de hoje, com o avanço de tecnologias de marcação, e em alguns casos, com imposição de legislação, como nos sites e portais públicos.

Aplicando acessibilidade em websites

A acessibilidade vem sendo bem empregada, porém, não se pode afirmar que já é uma realidade, muitos projetos ainda barram o acesso de pessoas com necessidades especiais. É o caso de sites desenvolvidos em ‘Adobe Flash’ e menus de navegação compostos por imagens, apesar do uso do atributo ‘Alt’, recomenda-se que os menus sejam constituídos de texto, além de deixar a informação mais clara, garante a acessibilidade.

Nielsen (2000, p. 302) comenta que “para aumentar ainda mais a acessibilidade, garanta
sempre um alto contraste entre as cores de primeiro e segundo plano e evite padrões de fundo confusos que interfiram na leitura”, complementando afirma que “fundos com texturas ou cores sutis podem ser a gota d’água que faz com que sua página fique abaixo do limite de legibilidade para usuários com visão parcial” Nielsen (2000, p. 302).

Simplificando, a baixa legibilidade resulta em má compreensão do conteúdo e evasão de usuários, além de, excluir o acesso de pessoas com certo grau de deficiência visual.
Em caso de deficiências cognitivas, Nielsen (2000, p. 309) sugere que é “importante aumentar a usabilidade e garantir que o conteúdo seja compreensível em nível de leitura primária.”, sendo com textos claros e linguagem popular, ainda sim preservando a aplicação e linguagem sensata sem gírias ou termos vulgares, salvo se esta for a abordagem apropriada para o público do site.

Finalizando, Nielsen (2000, p. 311) comenta que “usuários com dislexia podem ter problemas em ler páginas longas e serão auxiliados se o design facilitar a capacidade de leitura rápida através do uso adequado de títulos.”, além de elementos que não interfiram na compreensão do conteúdo.

Referências

DIAS, Cláudia. Usabilidade na web: criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Altabooks, 2003.

NIELSEN, Jakob. Projetando websites. 2ª edição. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

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